Façam conosco A Grande Caminhada do Ventor


O Ventor saiu das trevas ... para caminhar entre as estrelas.
Ele sonha, caminhando, que as estrelas ainda brilham no céu, que o nosso amigo Apolo ainda nos dá luz e que o nosso mundo continua a ser belo.



Aqui, no Cantinho do Ventor, vamos sonhando ...



... juntamente com a Wikipédia

Eu sou o Quico

Vamos todos na Grande Caminhada



Eu sou o Pilantras


Agora caminharei, convosco, ao lado do Ventor

O Quico disse:

Conto-vos na Grande Caminhada que «o Ventor subiu montes, desceu encostas, atravessou vales e rios, dominou as savanas, penetrou em florestas galerias, cruzou os céus ...


...mas, mais que tudo isso, pelos milénios fora, cruzou galácticas, defrontou alguns deuses ... contudo, e agora comigo, continua caminhando sob as benesses de Apolo».


É do passado do Ventor que eu vou escrever por aqui, para vós.

Claro que eu também caminho com o Ventor. Ele conta-me as suas histórias e eu escrevo-as para vocês.


Dividi a sua Grande Caminhada, em quatro corpos:

O Ventor e o Passado. que nos fala de uma vida fabulosa entre os seus grandes amigos de milénios, já ao lado do Senhor da Esfera.

Caminhou com a sua amiga Diana nas margens do Eufrates.


Depois conto-vos a sua caminhada actual nos séculos XX e XXI, por Adrão, em Adrão e o Ventor.

Ele passa a vida a sonhar com os seus rios e também, com as suas Montanhas Lindas.


Farei também um aparte especial da sua caminhada pela mãe negra - África, em Ventor em África. Ele nunca mais esquece Moçambique.


Depois todo o resto da sua caminhada entre nós, na A Grande Caminhada do Ventor. Aqui, caminha entre flores e os seus amigos. Há outros blogs que nos falam de flores e do nosso Planeta Azul.


Caminhem connosco e verão muitos amigos, muitas flores e muitas histórias.

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Pilantras nos Trilhos do Ventor

Pilantras nos Trilhos do Quico

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Pilantras

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Elas fazem parte das alcatifas do Ventor


Diana tem sido uma bela companheira do Ventor nas suas Caminhadas de Sonhos, tanto nas belas noites das grandes caçadas como, também, nos momentos actuais, pois que ela continua a aparecer ao Ventor nas suas noitadas de sonhos.


Apolo e Diana, são uma parte integrante de todas as caminhadas que o Ventor vai realizando, sejam elas realizadas em sonhos ou reais.


Témis, faz parte de um outro mundo do Ventor, onde as brincadeiras não chegam a entrar.


Quem caminha, entre deuses, entre lobos entre ... também caminha entre flores. E que melhores flores que as tapeçarias naturais que o Ventor pisa?


A Primavera de Sandro Botticelli, tirada da Wikipédia


Botticelli, pintou a Primavera tal como eu

a vejo. Uma beleza florida.

Ela tem mesmo estilo de Primavera!


Eu sou a Coruja das Neves uma amiga do Ventor no

Zoológico de Lisboa que continua a querer fazer parte

da Grande Caminhada, também com o gato Pilantras

Sites de Fotos no Shutterfly


A G. Caminhada do Ventor

Adrão - a Natureza

Picos da Europa - a Natureza

Ventor e os Amigos do Quico

Caminhadas da Gi

Caminhadas de Sonhos


Estes são alguns dos meus Sites de

fotos para eu caminhar pelos meus

sítios no Shutterfly. Ali observo

algumas das minhas caminhadas

fotográficas

Venham com o Pilantras,

eu levo-vos ao Ventor no Passado


O Senhor da Esfera levou-nos o Ski



O Ski deixou-nos

09.05.16

 

O Ski era meu amigo. Já é o segundo amigo que perdi no Lugar do Sol.

Quando eu partia para as minhas caminhadas, eles todos corriam a despedir-se de mim no portão, mas o Ski olhava-me sempre com uma doçura sem fim, naqueles olhos avelãs. Quando eu estava no campo, do lado contrário, era ele sempre o primeiro a ladrar. Espreitava-me por entre os arames e ladrava. De repente estava lá a matilha toda. O Ski e os perdigueiros.

 

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O Ski tinha uma casa. Ele gostava muito da sua casa. Tanto nesta como na outra, ele deixava os seus amigos dormirem com ele. Viviam juntos, comiam juntos, sonhavam juntos.

 

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Eles gostavam das suas casas debaixo do Telheiro, mas o Ski, teve direito a uma só para ele. Tinha quase 12 anos e os donos quiseram dar-lhe mais recato e conforto devido à doença. Mas eles não abandonavam o Ski. O último a chegar ficava quase todo de fora. Tal como os mosqueteiros, não diziam "um por todos e todos por um" mas diziam: "o que é do Ski é nosso e o que é nosso é do Ski"!

 

Quando eu chegava, mais pareciam uma "matilha de lobos" em volta da presa que uma matilha de cães a receber um amigo. Todos me queriam tocar, lambuzar, agarrar, cheirar. E todos me diziam, "não trouxeste o gato"? Porque nunca trazes o gato"? Porque se o trouxesse Ski, tu eras o primeiro a dar-lhe uma dentada. "Não dava nada porque sei que é teu e isso era quanto bastava para não-lhe fazer mal". Porqe não seria asim?

 

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 Eles eram todos amigos e o Ski adoptou os filhos da Maria e do Gaspar como se fossem dele. Como diz a célebre canção, "amigos para siempre"

 

O Ski tinha uma maneira especial de me olhar, de se chegar e de se colocar a meu lado. Acompanhava-me sempre todo discreto. Os outros aproximavam-se, agarravam-se a mim, uns estroinas maravilhosos mas o Ski olhava, aproximava-se e parecia-me dizer, calmamente, que a amizade deles era igual à dele.

 

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Depois apareceu outro amigo - o Santiago

 

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O Santiago gosta de todos mas tinha um carinho especial pelo Ski

 

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"Ele é meu amigo, ele não xe janga"! Eu tenho a certeza que sim, Santiago

 

Aproximava-se do Santiago sempre num estilo protector. Parecia dizer-lhe, "estou aqui, contigo, Santiago". Na última vez que estivemos juntos, o Santiago agarrava-se-lhe, fosse onde fosse, até nas orelhas. Eu disse ao Santiago: não te agarres tanto às orelhas do Ski, Santiago que ele pode zangar-se, se o magoas. O Santiago tinha tanta confiança nele que me respondeu: "ele é meu amigo. Ele não xe janga"!".

 

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Nunca mais te vais esquecer dele Santiago

 

É difícil perder um amigo e o Santiago começa cedo a aprender quanto custa. Até a mim vai custar muito quando lá chegar e não me aparecer aquele olhar especial do Ski. Mas a vida é assim, feita de atropelos permanentes em que uns ficam e outros vão partindo primeiro. O Ski nunca nos abandonará porque continuaremos a vê-lo em fotos e continuará no nosso cérebro a saltar e a correr pelo Lugar do Sol.

 

 

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Deixo aqui duas flores que estavam na piroga, em 02 de Abril passado. A amarela já era minha conhecida mas a vermelha não e ele não me largava e olhava para mim e para as flores como que a tentar perceber-me

 

Mas, quer queiramos quer não, o Santiago, os pais, o Ventor, ... toda a família e amigos, ficamos sem o nosso amigo Braco de Weimar ou Weimarner, o nosso amigo Ski.

Foi em 8 de Maio de 2016 que o Ski se despediu dos seus amigos e de todos nós, dos amigos e da família. Os últimos anos da vida dele, foram de tudo o que havia de bom, sem fome, sem frio, feliz. Tinha uns donos que o adoravam. Devido à doença, a sua dona ia tapa-lo à noite e conversava com ele. Diz-se muito sortuda por fazer parte da sua vida. Vai colocar no seu lugar um cedro e uma linda planta selvagem e assim ficaremos sempre juntos.

 

Podes crer Cristina que estará sempre connosco. Irei procura-lo no meio dos seus amigos e não o encontrarei mas continuaremos juntos.

 

 

Sagres, a beleza dos mares que enfeita o rio Tejo para alegrar o Ventor, nas suas caminhadas

publicado por Ventor às 23:40

No Lugar do Sol ...

10.04.16

... os meus amigos continuam por lá. Ontem fui visita-los!

 

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O Germânico

 

O germânico, não é o germano mas é um grande amigo do Ventor. Eu passeio por entre as flores, vou clicando e el está sempre com os olhos em mim. É uma beleza peluda e amigo do Ventor. Também está sempre com os olhos no Santiago.

 

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O Santiago também está sempre de olhos neles. Brinca com eles e eles brincam com ele e já sabem que é ele o novo dono. O Santiago diz que eles são amigos e que gosta muito deles e eles dele.

 

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Mas quando o Ventor se preparou para ir dar a sua caminhada da praxe, o Santiago encheu-se de coragem e disse: "eu vou contigo"! Não Santiago, tu não podes. Tu és pequenino, tens de comer muito para me acompanhares nas minhas caminhadas. Se comeres muito, para o ano vais comigo às perdizes. Mas o Santiago diz-me: "elas fogem"! Não fogem nada, elas são minhas amigas! Então vou contigo. Se são tuas amigas, também são minhas.

 

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Enchi-me de coragem e levei o Santiago. Olha que eu não te posso trazer às costas! Eu levo o teu cajado! Vou contigo pelos montes todos e chamo as perdizes. Fez o gesto como faria para chamar os pombos. Ele queria, era ir comigo. E foi!

 

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Ele era o homem das botas, eu era o homem dos ténis. Com as minhas botas, ninguém me apanha - pensava ele. Mas, os trambolhões nas verduras foram muitas. Eu dizia: "hoje estás a conhecer um colchão novo"! Ele dizia: "é bom"! Caminhamos entre as flores, as lindas flores da Primavera mas, o Santiago não percebe nada das minhas explicações mas, também que interessa? O que interessa é participar! E o Santiago participou. Participou e bem! Nunca pensei que participasse tanto.

 

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Depois quis que eu chamasse a mãe e a tia Gisela para nos verem no monte. No monte, de pé, de cajado, e caminhando entre as flores. Para o Santiago foi uma festa e para mim, nem se fala. Depois, eu disse-lhe que fizemos um quilómetro. Ele ficou todo contente! Um quilómetro? É isso que ele está a dizer: foi um quilómetro mas, para a próxima vai ser mais um! Foi assim que o Santiago fez a sua primeira Grande Caminhada. Um, diz ele, com o dedo no ar!

Para a próxima, vai ser maior, Santiago

Sagres, a beleza dos mares que enfeita o rio Tejo para alegrar o Ventor, nas suas caminhadas

publicado por Ventor às 00:53

Adrão Peneda

Eles quiseram pisar os Trilhos do Ventor





O Quico e o Ventor




O Ventor nos tempos das grandes caminhadas gélidas, a luta contra o frio, era a maior das prioridades






Em tempos emprestei o Antar a Dagr. Dagr é filho de Dellingr que, na mitologia nórdica, personifica o dia


Morenga ou o Antar do Ventor?

Morenga foi um dos cavalos de Napoleão Bonaparte. Antar tem sido um cavalo, nos sonhos do Ventor que já há muito não aparece


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A beleza das papoilas, nas alcatifas do Ventor






Caminhar sobre alcatifas que a Natureza enfeita com flores lindas como as papoilas, é um dos maiores prazeres do Ventor.


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