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caminhar com o Ventor

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Pangea

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Caminhem com o Ventor pelos Trilhos da Memória, nos trilhos da sua Grande Caminhada




Como sabem, o Ventor saiu das trevas para caminhar entre as estrelas.
Ele continua a sonhar, caminhando, que as estrelas ainda brilham no céu, que o nosso amigo Apolo ainda nos dá luz e que o nosso mundo continuará a ser belo se os homens tentarem ajudar..



Aqui, no Cantinho do Ventor, vamos sonhando ...



... juntamente com a Wikipédia



Aqui, estão abertas todas as janelas do Cantinho do Ventor, vamos sonhando e espreitando por elas



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Nestas janelas guardadas pela coruja das neves, a amiga do Ventor no Zoo de Lisboa, podemos espreitar as minhas fotos no Shutterfly ou, então, regressar à Grande Caminhada do Ventor


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Ela abre-vos as janelas do Shutterfly

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No Shutterfly podemos observar algumas das caminhadas fotográficas do Ventor. Se pedirem a coruja abre-vos as janelas.

Venham com o Pilantras, às músicas do Ventor

na sua Rádio Ventor


11
Nov05

S. Martinho

Ventor

Hoje é dia de S. Martinho. Vamos à Adega ao vinho!!

 

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A torneira continua a verter água-pé para os clientes

 

Por isso, como nos meus velhos tempos, quem pode, vai à Adega e prova o vinho! Mas hoje levantei-me e fui à procura de Baco porque, quando o S. Martinho apareceu e se tornou famoso, já eu e Baco estávamos fartos de grandes bacanais. Ainda me recordo do Evoé Baco, que Júpiter gritava na Guerra dos deuses contra os Gigantes quando Baco se batia galhardamente contra o terror de então.

 

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Este amigo, das escolas de Baco, hoje não tem mãos a medir.  Está a ajudar o empregado da Dona Rita

 

Um dia Baco lembrou-se das ninfas que o criaram e pediu-lhe para levarem em recipientes de madeira (os velhos barris) a bebida virtuosa para que os Gigantes matassem a sede com ela. Essa bebida era uma maravilha que Baco tinha cultivado e que, nessa altura, eu segui o seu trabalho desde a plantação das videiras, passando pela poda, pela vindima, pelo esmagamento (pisagem), pela fermentação e pelo vinho novo. Era uma maravilha aquele trabalho de Baco e das ninfas da Trácia que desciam do monte Nisa para os vales onde tudo se desenrolava sob a luz do nosso amigo Apolo.

 

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Este barril foi aviado num ápice

 

Quando aquela bebida divina estava preparada, os Gigantes nem olharam para trás, provaram-na e gostaram imenso. As Ninfas perguntaram se queriam mais e eles, claro, disseram que sim. Foi aí que começou a reviravolta da guerra entre os deuses e os Gigantes. Essa parte da guerra não vos vou contar, porque é um episódio bélico e já temos episódios desses em demasia no planeta Terra, mas sei que Baco quase adoeceu quando as Ninfas foram buscar em grandes carros de bois os grandes barris de quase toda a colheita do meu amigo. Claro que os Gigantes inebriaram-se e foram apanhados que nem patinhos. "Evoé, Baco"!

 

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Mas a Tasca da Dona Rita, hoje colocou os barris na rua para que S. Martinho e Baco sejam lembrados

 

Bem mas hoje eu gostei de comemorar esses episódios e recordo assim o verão do nosso S. Martinho, da sua água-pé e do seu vinho novo, mas não esqueço toda a trabalheira que o meu amigo Baco teve a ensinar os homens a produzir bons elixires. Por isso eu voltei à Tasca da Dona Rita que por ali anda há quarenta e sete anos e ali chegou já com trinta. Segundo ela me disse, vendiam ali tudo, desde a boa e má água-pé, vinhos novos e velhos e que vendiam também petróleo, carvão e todas as coisas que na época eram tão necessárias. Disse-me que chegou a ser ela a levar o carvão à cabeça para satisfazer os clientes que dele necessitavam e cujas encomendas tinham de ser executadas no prazo de uma semana. Fantástico!

 

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É um bom coredor de barris

 

Mas hoje a Dona Rita, ainda foi mais simpática que da primeira vez. Quando me viu lá do fundo, levantou a mão, sorriu para mim, arrumou a tralha que tinha e veio ter comigo ao Balcão da sua bela Tasca, onde conversamos um pouco sobre a velha Amadora e a nova.

Claro que a nova Amadora deixa muito a desejar com a chegada do betão, mas as vidas das cidades e dos seus habitantes não pára, estando em permanente mutação. Obrigado Dona Rita. Vou comer umas castanhas e levantar o meu copo de água-pé á nossa. Ah, e porque não deixar-lhe aqui um beijinho, de um minhoto para uma saloia desta bela Estremadura. Um dia falarei sobre o meu amigo Baco ou deixarei isso para o Quico. Hoje vou dedicar-me à água-pé!

Bom S. Martinho para todos.

Sagres, a beleza dos mares que enfeita o rio Tejo para alegrar o Ventor, nas suas caminhadas

O Quico e o Ventor

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Luiz Franqueira e o Quico

O Ventor nos tempos das grandes caminhadas gélidas, a luta contra o frio, era a maior das prioridades

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A Virgem Maria caminha entre nós

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Um vitral na Catedral de Notre Dame

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A Sepultura Sagrada

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Um Monumento em Jericó

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