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caminhar com o Ventor

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Pangea

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Caminhem com o Ventor pelos Trilhos da Memória, nos trilhos da sua Grande Caminhada




Como sabem, o Ventor saiu das trevas para caminhar entre as estrelas.
Ele continua a sonhar, caminhando, que as estrelas ainda brilham no céu, que o nosso amigo Apolo ainda nos dá luz e que o nosso mundo continuará a ser belo se os homens tentarem ajudar..



Aqui, no Cantinho do Ventor, vamos sonhando ...



... juntamente com a Wikipédia



Aqui, estão abertas todas as janelas do Cantinho do Ventor, vamos sonhando e espreitando por elas



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Nestas janelas guardadas pela coruja das neves, a amiga do Ventor no Zoo de Lisboa, podemos espreitar as minhas fotos no Shutterfly ou, então, regressar à Grande Caminhada do Ventor


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No Shutterfly podemos observar algumas das caminhadas fotográficas do Ventor. Se pedirem a coruja abre-vos as janelas.

Venham com o Pilantras, às músicas do Ventor

na sua Rádio Ventor


11
Abr10

Outra caminhada entre flores

Ventor

Entre flores, pode acontecer de tudo!

 

 

Um malmequer amarelo que, como muitos outros, quase todos os dias me olha

 

Na sexta-feira passada, fui dar mais uma caminhada de cerca de duas horas e, para não variar, foi também entre flores. Pelas 10:40, caminhava eu junto ao jardim de Miraflores e ouvi o pio inconfundível de uma gaivota. Olhei a zona de onde viera esse piar inconfundível e, esvoaçando dos céus de Algés, em direcção aos pinheiros de Monsanto, observei quatro aves que, à primeira vista, reconheci serem gaivotas. Até aqui nada de especial pois as gaivotas andam por ali todos os dias. Mas como elas penetraram na zona do sol, consegui reconhecer serem gaivotas e, no entanto, achei algo confuso no voo dessas aves. Voltei a olhar e reparei que uma ave ia um pouco só, mais à frente e outras três, juntas, mais atrás. Voltei a confirmar com uma nova olhada, pois o meu amigo Apolo ofuscava-me aquele espaço e não permitia que eu me certificasse daquela aparente anormalidade.

Então vi aquilo que nunca tinha visto tão claramente. Três gaivotas, ameaçavam, desde os céus de Algés, uma águia que, na sua velocidade de cruzeiro se dirigia rumo às verdes colinas do Parque Florestal de Monsanto. E, então, lembrei-me da canção dos Coros do Red Army, que a águia também terá tido a oportunidade de ter aprendido a cantar, se calhar, em inglês: "Oh, my little pine tree"!

 

Fiquei a pensar nos combates e nas tréguas que os animais, tal como os homens, levam a cabo nas suas caminhadas por este belo mundo - o nosso Planeta Azul. Já me tinha apercebido de uma escaramuça semelhante, ali pela serra da Mira, mas não tão clara como esta e esqueci-a por falta de credibilidade. Afinal, aquelas intrigas da serra da Mira poderiam ter sido mais intensas e, provàvelmente, foi a minha chegada que lhe pôs cobro. Fiquei sempre na dúvida mas, desta vez, todas as dúvidas acabaram depois de tão claras ameaças das gaivotas a essa águia que, tal como nós fazemos, em circunstâncias iguais, dirigiu-se a Monsanto para procurar abrigo no seu mundo protector. O arvoredo do seu mundo, neste caso, não os "little pine trees" siberianos mas, os "the big green pine trees" de Monsanto.

 

A águia atravessou a Crill e, por sobre os pinheiros, rumou ao seu destino, e as gaivotas reconheceram que aquele mundo seria o mundo da águia e não o delas. Por isso, fizeram uma vénia ao Ventor e a mesma velocidade que trouxeram, foi a mesma velocidade que levaram rumo ao seu mundo - a foz do nosso Tejo.

 

 
Ele, esta coisinha linda, todos os dias que por lá passo, canta para mim! Quando era miúdo diziam-me que também era um chasco. Para mim continua a ser, apenas, um belíssimo penudo, meu companheiro de belas caminhadas

 

Eu fiquei a matutar nestas guerrinhas e voltei à companhia das flores e dos meus amigos, que tal como este, me têm divertido imenso, através dos anos, com o seu cântico.

Cheguei a ter dúvidas se ele queria cantar para mim se me queria explicar todo aquele imbróglio que, se calhar, tal como eu, acabara de assistir. Mas essa espécie de passarinhos, que eu não sei como se chama, já eram meus companheiros pelos montes da Assureira, nos anos que o vento já arrastou por trilhos do século passado. São uma beleza quando nos sobrevoam a cantarolar para nós, num piar sequente e que parece infinito, pois deixamos de o ouvir quando ele já vai longe. Mas este poisou na árvore para conversar comigo e ouvi-o muito atenciosamente. É sempre conveniente ouvirmos os amigos!

 

 

 

Sagres, a beleza dos mares que enfeita o rio Tejo para alegrar o Ventor, nas suas caminhadas

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