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As Caminhadas do Ventor

Pelos Trilhos da Memória

As Caminhadas do Ventor

Pelos Trilhos da Memória

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Como sabem, o Ventor saiu das trevas para caminhar entre as estrelas.
Ele continua a sonhar, caminhando, que as estrelas ainda brilham no céu, que o nosso amigo Apolo ainda nos dá luz e que o nosso mundo continuará a ser belo se os homens tentarem ajudar..


21.12.11

Bom Natal para Todos os meus amigos


Ventor

Árvore de Natal.

Uma Árvore de Natal, não precisa de bolas, de fitas, de presentes pendurados, de luzes coloridas.

Uma Árvore de Natal, não precisa de estrelinhas, de anjinhos, de sininhos, de pinhas … Uma Árvore de Natal, pode ser assim como eu”! Despida de folhas, despida de flores, despida de preconceitos.

Uma Árvore de Natal pode aparecer vestida de uma névoa branca, aquecida pelo calor dos primeiros raios solares da manhã que a faz sorrir para quem passa.

 

 
Eu sou, este ano, a Árvore de Natal do Ventor - ele pediu-me para, à vossa passagem, vos desejar um BOM NATAL

Eu sorri todo o ano para o Ventor! Sorri durante o Inverno, durante a Primavera, durante o Verão e agora, durante o Outono e preparo-me para sorrir, para o Ventor, no Inverno que se aproxima e, por diante, durante o tempo que os homens e as intempéries me deixarem.

Lá por trás, escondidos pela névoa matinal, estão os pinheiros do Parque Florestal de Monsanto!

Verdinhos, vistosos, cheios de pinhas e, por aqui, um pouco afastada da margem de uma estrada sem saída, fico eu, especada a ver passar o tempo e as pessoas, a ver passar as perdizes, os coelhos, os estorninhos e demais passarada. Daqui observo tudo.

Enquanto o Ventor brincava com as perdizes, com os coelhos, com os pintarroxos, com os melros, com os estorninhos, com os rabirruivos e, demais bicharada, durante este ano de 2011, eu observava a sua alegria de estar entre estes amigos. Durante o ano, o Ventor viu nascer os meus rebentos, crescer as minhas folhas. Viu eu tornar-me velha, neste meu ciclo que passou, ano fora.

Em meu redor, o Ventor viu nascer e crescer flores lindas, como os malmequeres, as margaridas, as papoilas, … miríades de flores e, eu, aqui, quase solitária, observava como o Ventor as fotografava, como ele as acariciava, sem nunca me excluir daquela beleza que é o seu mundo Natural. Por isso, eu perguntei ao Ventor se este ano já tinha feito a sua Árvore de Natal. O Ventor disse-me que não e mais uma vez tirou-me uma foto, comigo despida. Depois disse-me: «sabes, numa casa com doentes, não há vontade de fazer uma Árvore de Natal. Estou farto de fitas!

Este meu Natal, serás tu e a Família»!

 

Nós somos companheiros das Caminhadas do Ventor - Ele pediu-nos para virmos junto de vós e desejar-vos um BOM NATALSeguiremos o Ventor e a sua árvore. A Árvore que representará todas as árvores de sonhos do Ventor!

«Este ano, vais ser tu a minha Árvore de Natal, presente no meu espírito. Como enfeite, terás a névoa branca cinzelada pelos raios do nosso amigo Apolo, ficarás assim, no meu espírito, até ao dia 7 de Janeiro de 2012 e serás tu a portadora da minha mensagem de Boas-Festas para todos os meus amigos. Vamos dar liberdade à nossa alma, este Inverno. Se estiverem dias bonitos e eu conseguir aparecer por aqui, virei visitar-te e, juntos, continuaremos a sonhar com os desgraçados deste mundo e a desejar, a todos eles que, o Senhor da Esfera se esforce um pouco mais para com eles todos. Os estorninhos que há pouco estavam pousados sobre ti e que eu não consegui fotografar devido às perdizes, serão os espalhadores da nossa boa nova!

Assim, o mundo ficará a saber que tu serás, este ano, a Árvore de Natal do Ventor e que desejamos a todos que o brilho de Apolo, seja o brilho da sua bela Luz para todos os nossos amigos, com o pão e a saúde».

Com Árvore ou sem Árvore, umas Boas-Festas para todos os nossos amigos.

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A casa velha, implantada na serra do Cercal, debruçada sobre o rio Mira

21.12.11

Outono, 2011


Ventor

O Outono de 2011, terá sido um dos poucos Outonos mais nefastos da minha vida. Costumamos dizer, ... foi o pior! Na verdade os últimos são sempre os piores porque os outros já estão esquecidos!

Falando do Outono de 2011, do fim desta estação que, costuma ser tão linda, terei de falar, também, do início do Inverno de 2011-2012, um inverno a que vou chamar de transição! Aliás, no dia, 22 de Dezembro de 2011, às 05:30, portantio, amanhã, começa um Ano de Transição! Já vou falar disso!

Primeiro vou falar deste Outono! O Outono que não se deu bem comigo. Fui atacado pela mais terrível constipação que se pode imaginar. Começou com um simples resfriado. Tremer quanto podia, numa espécie de Antárctida super gelada. Parecia que regredi para a idade do gelo! Contra-ataquei com tudo disponível! Cama, mais mantas, calor, whisky, aguardente quente, com mel, ... Tive durante cinco dias uma tosse de partir tudo. Pelo menos deu-me cabo do canastro. Fiquei sem músculos! Fui estudando as reacções e desenvolvendo novas formas de contra-ataque!

Quando nada resultava, reiniciei uma velha luta! A tosse era seca como o Deserto do Sara e eu não tinha como acalmá-la. O mel era uma treta mas, continuei a luta com tudo o que tinha. Fui buscar o Zirtec, um aliado dos últimos anos e disse-lhe: "vocês vão ser o resto das minhas forças. Temos que fazer uma razia. Nunca tive uma tosse como esta e cheira-me que vós estais preparados para estes inimigos terríveis. Calculei tratar-se de uma alergia vinda das profundezas dos meus pulmões. Lancei, então, as forças de reserva «Zirtec» e acho que tudo correu bem. Foram mais cinco dias de contra-ataque!

Ontem já fui visitar as minhas amigas perdizes, maravilhas das minhas caminhadas. Só não tirei o rabo do assento!

 

 
As perdizes minhas amigas

 

Tudo parece estar bem encaminhado! O Zirtec fez o seu trabalho de sapa e os anjinhos trouxeram-me para casa, numa camioneta a cantarmos; tudo mudou! Ontem levantei-me cedo, às 06:30, tomei duche e pareceu-me ouvir gritar: "vamos deixar este gajo que ele é doido! Ele mata-nos a todos"!

Foram uns dias de guerra total! Ainda há umas escaramuças mas acho que tudo está a acabar. Este Outono de 2011, o penúltimo do ciclo, será para esquecer mas, ainda vou ter outro antes de fechar o ciclo! O próximo Outono será o último que, segundo dizem os sabidos, fechará o último ciclo do sol na nossa Galáxia. O meu amigo Apolo, daqui por um ano, no solstício de Inverno de 2012, irá centrar-se no meio da nossa Galáxia, no Equador Galáctico que, é constituída por cerca de 200 biliões de estrelas e irá reiniciar um novo ciclo de 26.000 anos.

 

 

 Esfera armilar com relógio cósmico

São contas muito complicadas dos nossos amigos Maias, Sumérios e não só. Mas o ano poderá ser, também, muito complicado! Será também o ano em que o tal planeta Nibiru, o X Planeta ou planeta dos deuses que comandam a terra, se aproximará mais perto desta. Será de lá que vêm os "nossos" discos voadores e, posso acreditar, porque não, eles andam aí!

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A casa velha, implantada na serra do Cercal, debruçada sobre o rio Mira