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As Caminhadas do Ventor

... por aí

As Caminhadas do Ventor

... por aí

No cabeçalho, a ponte romana de Cangas de Onis, sobre o rio Sella. Uma maravilha por onde caminharam romanos, árabes e tantos outros.


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Um lago de Covadonga que retrata as belezas dos Picos da Europa, nas Astúrias


O Ventor saiu das trevas para caminhar entre as estrelas.
Ele continua a sonhar, caminhando, que as estrelas ainda brilham no céu, que o nosso amigo Apolo ainda nos dá luz e que o nosso mundo continuará a ser belo se os homens tentarem ajudar...

Depois? Bem, depois ... vamos caminhando!

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Monsanto

Um dia, vindo de Lisboa, escaldado da broca da minha dentista, deu-me para ir procurar os meus amigos esquilos ali em Monsanto, fazendo um desvio, em vez de regressar a casa e chatear o Quico com a minha dor de dentes. A nossa dona estava em Sesimbra com a Joana e a avó. Encostei o carro, e fui atascar à tasca do lado.

Mal entrei no recinto da tasca, uma esplanada, à porta, debaixo de uns pinheiros, ouvia, nos pinheiros, o cantar estridente das cigarras. O empregado vê-me de máquina na mão a perscrutar o pinheiro, em cima, mas nada. Entrei, bebi um refrigerante, recebendo logo ali, uma lição sobre dor de dentes e bebidas frias, bebidas quentes ... Conversei, paguei, a bebida, não a conversa, e disse: "agora é que eu vou apanhar uma"! «Ninguém as vê, diz ele». Assim foi. Cá está ela!

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Uma cantora dos átrios, em Monsanto. Agora que as cigarras estão de regresso ao seu mundo mudo, já estou a ficar com saudades dessas minhas cantadeiras

 

 

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A casa velha, implantada na serra do Cercal, debruçada sobre o rio Mira