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As Caminhadas do Ventor

Pelos Trilhos da Memória

As Caminhadas do Ventor

Pelos Trilhos da Memória

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O Ventor saiu das trevas para caminhar entre as estrelas.
Ele continua a sonhar, caminhando, que as estrelas ainda brilham no céu, que o nosso amigo Apolo ainda nos dá luz e que o nosso mundo continuará a ser belo se os homens tentarem ajudar...


Depois? Bem, depois ... vamos caminhando!


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Ventor entre as Flores

25.12.07

Boas Festas


Ventor

Este é mais um Natal.

Fez este Natal 40 anos que faltavam 11 dias para eu abrir nova etapa na minha Caminhada. Na minha Grande Caminhada!

 

Este Natal não acabei a minha árvore de Natal, nem o Presépio, que mesmo assim, foi o encanto da Maria. Para o ano, com a ajuda do Senhor da Esfera, talvez sejam mais lindos e talvez use as bolas douradas que ficaram de reserva, apesar de ainda ter aberto a caixa

Para todos que, então, iniciaram comigo essa bela etapa das nossas vidas, conseguindo levá-la até ao fim, aqui deixo um grande abraço.

Para todos aqueles que ficaram pelo caminho espero que estejam sentados à direita do Senhor da Esfera a observar-nos, pois também estão sempre entre nós.

Para todos os outros, que sempre me acompanharam, antes e depois da grande saga, os votos de UM BOM NATAL.

Fez este Natal 38 anos que comi o melhor Bolo Rei que nunca esperi comer. Foi-nos oferecido ao telefone, em conversa comigo, por mulheres de Vila Cabral.

Era a noite de 23 de Dezembro já a entrar pelo dia 24 dentro, de 1969.

«A Força Aérea está a ser atacada? Aguentem bem, que amanhã terão, aí, o melhor Bolo Rei de Vila Cabral»!

O telefone não parava e as conversas eram obrigadas a um fim precoce. Os morteiros caíam algures, mas a cidade de Vila Cabral estava preocupada connosco. Até uma parte da Companhia de Comandos e uma companhia do Exército, chegada do mato, nos invadiram. Tal era o estrondo da Guerra e o ribombar de trovões sem fim. Eu fiz de sinaleiro a ajudar a arrumar todas aquelas viaturas em pé de guerra, de pé sobre sapatilhas de meter o dedo e já todo molhado debaixo de uma terrível trovoada. Será uma história para o meu Quico.

Algumas dessas senhoras ainda poderão andar entre nós, para todas elas um BOM NATAL e que o Ano de 2008 lhes dê tudo que mais desejam.

Para todas vós Boas Festas que, embora em meu nome, acredito que posso fazê-lo em nome de todos os "águias" de Vila Cabral, em 23 de Dezembro de 1969.

O azevinho é revestido com o verde da esperança, de muita esperança para todos, e muita fénos próximos natais

Votos de BOAS FESTAS,

Ventor


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A casa velha, implantada na serra do Cercal, debruçada sobre o rio Mira

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