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caminhar com o Ventor

Pelos Trilhos da Memória

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Podem ver aqui todos os Links dos meus Blogs. É só abrir e espreitar


Como sabem, o Ventor saiu das trevas para caminhar entre as estrelas.
Ele continua a sonhar, caminhando, que as estrelas ainda brilham no céu, que o nosso amigo Apolo ainda nos dá luz e que o nosso mundo continuará a ser belo se os homens tentarem ajudar..



Aqui, no Cantinho do Ventor, vamos sonhando ...


... juntamente com a Wikipédia



Aqui, estão abertas todas as janelas do Cantinho do Ventor, vamos sonhando e espreitando por elas



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Nestas janelas guardadas pela coruja das neves, a amiga do Ventor no Zoo de Lisboa, podemos espreitar as minhas fotos no Shutterfly ou, então, regressar à Grande Caminhada do Ventor



A Coruja das Neves
Ela abre-vos as janelas do Shutterfly


Sites de Fotos no Shutterfly


A G. Caminhada do Ventor

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Ventor e os Amigos do Quico

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Caminhadas de Sonhos


No Shutterfly podemos observar algumas das caminhadas fotográficas do Ventor. Se pedirem a coruja abre-vos as janelas.

Venham com o Pilantras, às músicas do Ventor

na sua Rádio Ventor

22
Mai11

Campeão dos Campeões

Luiz Franqueira - Ventor

Um dia teria de ser assim!

O "Campion", teria de acabar por ser, o "Campeão dos Campeões"!

Um dia, quando eu acordei para o futebol, ouvia falar do Porto, como ouvia falar do Braga, do Sporting, do Benfica, do Belenenses, do ...

Era um puto e não conhecia os meandro podres do futebol!

 

Em 1961, cheguei a Almada, onde fui trabalhar com o meu amigo Joaquim da Chica que Deus tem e, num domingo, procurei acompanhar sobre os "muros", o duelo do Almada e do Cova da Piedade. Fiquei desiludido com a pancadaria!

 

Oito meses depois, vim trabalhar para Lisboa onde comecei a acompanhar aquelas "estafetas gloriosas" do Benfica. Era um tempo onde toda a gente queria ser do Benfica. Conheci um porteiro do cinema Monumental e, através dele, o seu irmão, gerente dos bares de, pelo menos, três cinemas. Eu tinha as velhas portas do Monumental abertas e o dono daquilo era um benfiquista fanático. Aliás, eram todos benfiquistas. Os jogadores do Benfica eram convidados pelo patrão do Monumental, a assistir a um ou outro filme e era um privilégio, para mim, poder beber um café com o Eusébio, o Coluna, o José Augusto, o Águas, ... todos! Eu, através desses amigos, entrava para junto deles e, por duas vezes, tive o privilégio de ver a Hermínia Silva, pedir aos jogadores para fazerem manguito (o toma do Bordalo Pinheiro), aos seus próximos adversários. (A Hermínia, de pé, sobre uma mesa, "Oh, José Augusto. Vós tendes de lhe fazer o manguito português"! Por várias vezes, esses homens que, com galhardia, levavam longe o futebol português também foram meus ídolos! Mas foi por pouco tempo. Lá longe, para norte e para trás, tinha ficado o meu Porto.

 

 

Um dia, um amigo, por me ver defender o FCP, contra benfiquistas, apareceu-me com um embrulho e disse-me: "amigo Ventor, tenho aqui uma coisa para si que, creio, vai gostar". Isto, após Viena e Tóquio. "Ofereço-lhe este livro, «F.C.P. - Campeão dos Campeões», e ofereço-lhe este azulejo com os campeões de Viena, autografado por todos eles".

Obrigado amigo. Já passaram anos mas, para mim, continuam relíquias!

 

Eram os tempos em que, sempre que o Futebol Clube do Porto se deslocava a Lisboa, lhe chamavam os "Andrades". "Vêm aí os Andrades"! Eu não tenho nada contra os Andrades mas, nessas alturas, a palavra "Andrades", cheirava-me mal. Saía da boca de alguns benfiquistas com um bafo mal cheiroso! Um hálito nojento!

Um dia, nos Restauradores, vi alguns jogadores do FCP, serem mal tratados com palavrões nojentos, daqueles que no Norte não parecem mal mas, aqui, tresandavam a fedor. Porque no Norte, quase nunca são insultos mas, aqui, eram!

Li, uma vez, um artigo de alguém que dizia que os Andrades, mal passavam o Douro, rumo a Lisboa, já tremiam. Tudo o que eu ouvia da boca de muitos benfiquistas, meus conhecidos, tresandava.

 

Depois, o José Maria Pedroto passou a vir com eles e acabou a tal tremideira. O Zé do Boné, só por isso, valeu tudo. Para mim, ele passou a ser o terror dos tais que abusavam das deixas da linguagem do futebol. O Futebol Clube do Porto deve muito a muita gente, mas o Pinto da Costa e o Zé do Boné, jamais serão esquecidos nessa instituição.

Com o Pinto da Costa tudo passou a ser diferente. O Porto chegou a esse lugar merecido, no destaque do futebol português, do Futebol Europeu e do Futebol Mundial.

 

 

 

Os Filhos do Dragão!

Eles até sabem cantar

 

Começou a ganhar campeonatos, a ganhar taças, a trepar na Europa e de que maneira! Em trinta anos, pouco mais, pedala ao lado dos maiores da Europa!

 

Isso deve-se, fundamentalmente a um homem: Jorge Nuno Pinto da Costa. Foi ele que foi buscar o Pedroto - treinador da reviravolta - o Artur Jorge, o Ivic, o Mourinho, ... o Vilasboas!

Com eles, ganhou campeonatos, taças, supertaças, duas Taças dos Campeões Europeus, duas Taças UEFA, Uma Supertaça europeia, duas Taças Intercontinentais. Sete, no total!!! Com elas e, por elas, podem beber o vinho do Porto.

 

 

 

Os seus principais adversários, ficaram-se pelas duas conquistadas no tempo da Idade da Pedra do Futebol.

Não será fácil para um clube português, voltar a atingir esses pódios com tamanha assiduidade.

 

Por isso, direi sempre: Viva o Futebol Clube do Porto!

Obrigado pelas alegrias que me têm dado. Não é por nada, mas sabe bem! Sabe ainda melhor quando vejo abater, sem dó nem piedade, os ratos dos túneis!

Sagres, a beleza dos mares que enfeita o rio Tejo para alegrar o Ventor, nas suas caminhadas

08
Abr09

Futebol Clube do Porto - na Raça!

Luiz Franqueira - Ventor

Às vezes vejo a bola.

Às vezes não vejo a bola.

Ontem, apeteceu-me ver a bola.

 

Um jogo de futebol é um jogo como outro qualquer onde se joga bem e pode-se perder, e onde se joga mal e pode-se ganhar.

Ontem o meu Porto jogou bem e empatou.

Jogou como por vezes se diz - na Raça!

 

 

O Estádio do Dragão que fotografei, em Agosto de 2006, de dentro do carro em andamento, na subida do Freixo, quando rumava direito às minhas Montanhas Lindas

 

Quando vi o erro cometido por aquele grande jogador chamado, Bruno Alves, não cretiquei, não barafustei, não insultei, mas pensei que a minha rapaziada poderia perder a cabeça. Lembrei-me do descalabro no Arsenal de Londres.

Mas não. A Força estava com eles!

 

 

Ao apontar a objectiva por estes buracos dentro, apercebi-me de como era lindo o casarão do meu Porto

 

Num jogo de futebol, normalmente tudo acontece. Os jogadores cometem erros por muito que se esmerem num ou noutro sector, ou em todos. Há sempre possibilidade de errar no Ataque, no Centro ou na Defesa.

E, por vezes, também há dias que não devíamos ter saído de casa, ou não se deve entrar em campo com o pé esquerdo, ou ...

 

No momento do falhanço do Bruno Alves, pareceu-me que ele tinha um objectivo. Liquidar a pressão dos adversários com aquela passagem para o guarda-redes, a partir de onde se reorganizaria o jogo e planearia um novo ataque.

O inglês teria outra visão. Evitar isso e pressionando o Bruno, obrigá-lo a jogar para a frente para não perderem a possibilidade de continuarem a pressionar e tentarem desmantelar a boa organização dos portistas. Mas nestas coisas há sempre uma estrelinha, essa que permitiu ao inglês muito mais do que aquilo que pretendia.

 

Tudo isto faz parte dos jogos.

Por isso, sabendo disso, eu não me irritei com o Bruno Alves. Não lhe chamei nenhum nome feio, daqueles que põem os cabelos em pé ao Tin-Tin. Apenas lhe pedi baixinho para não se deixar desmoralizar.

Mas o Bruno é um grande jogador. Ele sabe que os erros fazem parte dos jogos e que são esses erros que, normalmente, no futebol moderno, permitem que haja golos.

 

 

Estas imagens deixaram-me a sensação de que tudo por ali será airoso. O monumento e os homens que lhe dão sustentáculo

 

Para a semana, de hoje a oito dias, iremos ter o jogo tira-teimas. Nesse tira-teimas, quero deixar aqui para os grandes jogadores do Futebol Clube do Porto um grande abraço.

Eu sei, eu acredito que, nesse jogo, eles tudo farão para, na raça, obterem mais uma vitória.

 

Mas se a estrelinha não quiser, nada a fazer!

Somos todos habitantes da Esfera e as estelinhas não são para todos. Tenho a certeza que, qualquer que seja o resultado, os jogadores do FCP continuarão a ser um belo sustentáculo do nosso futebol, fora de portas.

 

Boa sorte, rapaziada!

 

Sagres, a beleza dos mares que enfeita o rio Tejo para alegrar o Ventor, nas suas caminhadas

O Quico e o Ventor


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Luiz Franqueira e o Quico


O Ventor nos tempos das grandes caminhadas gélidas, a luta contra o frio, era a maior das prioridades



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A Virgem Maria caminha entre nós


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Um vitral na Catedral de Notre Dame



Tombstone_Holy_Sepulchre_reliquary_Louvre_MR348.jp


A Sepultura Sagrada



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Um Monumento em Jericó


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